Seguem abaixo vários fragmentos. Escolha apenas um deles, o qual deverá ser considerado a introdução da narração que você vai construir. Procure escrever seu texto de tal modo que a introdução escolhida esteja coerente com o fato narrado por você.
1.
Um nascer do sol rosa pálido explodiu pelo céu do oriente quando nosso transporte chegou navegando na baía. A névoa da penumbra da manhã ainda permanecia, embaçando a terra firme e a água em contornos enevoados.
Hank e eu tínhamos dormido no convés. Agora acordamos e espreguiçamos nossos membros adormecidos. Lentamente íamos pelos mares silenciosos.
Você deve entender que não sabíamos onde estávamos. Nunca tínhamos ouvido falar da baía de Suvla - não sabíamos a que parte da Península [de Gallipoli] tínhamos chegado. O mistério da aventura tornava tudo mais excitante. Deveria ser "um novo desembarque pela 10ª Divisão" - isto era tudo o que sabíamos.
2. Estava deitado estendido debaixo de uma rocha imensa. Deixei as esquadras de padioleiros e, rastejando por trás de um arbusto, olhei pelos binóculos. Certamente era um Turco, e sua posição era uma de esconderijo. Mantinha-se perfeitamente imóvel sobre sua barriga e seu fuzil estava a seu lado.
Mandei uma mensagem para passar a palavra adiante para as esquadras da frente para Hawk. Rapidamente ele veio a mim e pegou os binóculos. Tinha uma vista maravilhosa. Depois de olhar por um poucos segundos, concordou que parecia ser um flanco atirador Turco à espreita.
3.Aquela noite foi escura, sem estrelas. Não sabia em que parte de Gallipoli nós estávamos, e os mapas que tinham sido distribuídos eram inúteis.
Os turcos raramente atiravam a noite, de forma que era somente o tiro ocasional de um fuzil britânico, ou o repentido "pâ-pâ-pâ-pâ-pâ" de uma metralhadora que nos apontavam a direção da linha de fogo. Penosamente caminhei e caminhei pela escuridão, tropeçando em pedras e escorregando por penhascos íngremes abaixo, rompendo meu caminho por espinhos e sarças, e algumas vezes farfalhando entre o capim seco alto.
4.
Normalmente começávamos bem antes da luz do dia, quando a pesada escuridão da parte inicial da manhã cobria montanha, mar e areia em sombras indistintas; quando as teias de aranha ficavam espessas de espinho para espinho, como camas-de-gato de fadas, todas pingando e decoradas com aquele pesado orvalho. O guarda nos acordaria por volta de 3h30 da manhã. Estávamos dormindo em todos os locais, deitados debaixo de rochas e em depressões de areia, dormindo sobre nossos embornais e cantis, e com nossos capacetes de fibra próximo. Recebíamos uma ração de biscoito e geleia ou biscoito e carne seca, para levarmos conosco, e cada um de nós levava suas rações de ferro em uma pequena sacola ao seu lado.
http://www.grandesguerras.com.br/relatos/text01.php?art_id=104
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Avaliação bimestral - texto narrativo
Tema de redação
quarta-feira, 20 de maio de 2009
AULAS 17 E 18 – O TEXTO BEM CONSTRUÍDO
RESPOSTAS
1. c) III.
2. O primeiro comentário é incorreto, porque desconsiderou completamente o destinatário da mensagem: uma garota de 14 anos com aquele perfil dificilmente conseguiria decifrar a mensagem do médico. O segundo, porque ignora que bom texto é aquele que atinge o resultado programado - não basta o respeito às convenções gramaticais para assegurar a comunicação eficiente.
3. Este não é um modelo a ser imitado. Um médico que afrontasse tão flagrantemente o padrão de correção gramatical teria graves prejuízos para a sua imagem perante os clientes, mesmo os mais humildes. Um texto como esse certamente poria sob suspeita competência técnica do profissional, já que o respeito às convenções gramaticais mais conhecidas é esperado de alguém que tenha tido a oportunidade de cursar o ensino superior. Apesar da importância de buscar a adequação do discurso ao público, não se pode ignorar as convenções gramaticais, tentando aliar a simplicidade à correção.
4. Na primeira semana de vida do seu filho, a limpeza cuidadosa da região do umbigo é muito importante. A sujeira causa infecções graves, doenças que podem até matar o bebê.
5. a) O texto tem a função de informar.
b) Uma característica típica do texto informativo é a impessoalidade. Ou seja, não há a presença explícita do enunciador, apenas os fatos são contados, em 3ª pessoa, sem qualquer menção àquele que apurou as informações para depois relatá-las. Outro dado relevante é a neutralidade: o enunciador não dá pista de seu posicionamento e das suas emoções a respeito do episódio. Além disso, nota-se um esforço em favor da precisão das informações: o local, o horário, a identificação da vítima e as circunstâncias do evento são transmitidos com o máximo de exatidão.
6. a) O texto tem a função de expressar a subjetividade.
b) Uma característica típica do texto expressivo e a presença marcante do enunciador. O texto é escrito em 1ª pessoa, dando maior destaque às emoções do sujeito que aos fatos objetivos. Não existe neutralidade, ao contrário, o enunciador não esconde seu posicionamento e suas emoções a respeito do episódio, abrindo mão da precisão em favor da densidade emotiva.
7. a) O texto tem a função de influenciar.
b) Uma característica típica desse tipo de texto é a presença explícita do interlocutor, representado pelo pronome de tratamento "você". O enunciador claramente defende um posicionamento que o leitor é incitado a adotar, alterando suas crenças e seu comportamento a respeito do episódio. Para tanto, apela-se para todo tipo de estratégia argumentativa: as perguntas retóricas, a evocação de situações típicas do cotidiano do leitor, explorando os temores mais profundos e alguns dos valores mais caros ao pretenso auditório. Além disso, notam-se alguns verbos no imperativo, recurso comum aos textos desse gênero.
8. a) O texto é inusual principalmente porque dá muito destaque ao emissor, em detrimento das informações objetivas a respeito do clima.
b) Resposta pessoal. Exemplo: As fotos do satélite mostram que uma frente fria tomará todo o estado, provocando garoa e nebulosidade durante todo o dia. As nuvens não devem se dissipar nos próximos dois ou três dias.
9. Sim. Os dicionários priorizam a função metalingüística (trabalhando, ao mesmo tempo, a informativa); por isso se atêm aos sentidos denotativos das palavras e a expressões que definem o vocábulo em foco, evitando as marcas da subjetividade, constantes no uso conotativo. O texto da internet, na verdade, embora assuma um formato típico dos dicionários, não pretende destacar o sentido mais objetivo da expressão, mas sim uma visão bastante subjetiva e pessimista.
AULAS 19 E 20 – ATIVIDADE DE CRIAÇÃO
1.Sua intenção era ridicularizar o colega, demonstrando seu senso de humor para tentar causar uma impressão positiva para a garota que ambos cortejavam.
2. Foi o oposto do planejado. A garota ficou com uma impressão péssima dos dois, pois se orgulha de sua origem interiorana e despreza "os urbaninho" preconceituosos. O desempenho linguístico dos dois rapazes foi desastroso.
3. Os rapazes ignoraram principalmente a máxima da relação ou da relevância. Em vez de afirmar aquilo que seria fundamental para despertar a admiração da moça, assumiram um comportamento que a irritou. Ou seja, em vez de demonstrar respeito e interesse por ela e por suas origens, Betão fez um comentário absolutamente desnecessário que deixou transparecer uma postura preconceituosa contra a cultura caipira. Secundariamente, os rapazes também desobedeceram a máxima da qualidade: para tentar emendar o erro de ridicularizar os caipiras, passam a fazer afirmações guiadas pelo interesse, que não parecem ser verdadeiras: "Minha mãe também é do interior!", por exemplo.
4. Resposta pessoal. É importante que os rapazes do esquete se aproximem da garota revelando uma intenção sincera de conhecê-la melhor, e que demonstrem respeito e admiração. Ao mesmo tempo, o texto deve apresentar o produto de uma forma atraente para os diversos perfis de consumidor.
RESPOSTAS
1. c) III.
2. O primeiro comentário é incorreto, porque desconsiderou completamente o destinatário da mensagem: uma garota de 14 anos com aquele perfil dificilmente conseguiria decifrar a mensagem do médico. O segundo, porque ignora que bom texto é aquele que atinge o resultado programado - não basta o respeito às convenções gramaticais para assegurar a comunicação eficiente.
3. Este não é um modelo a ser imitado. Um médico que afrontasse tão flagrantemente o padrão de correção gramatical teria graves prejuízos para a sua imagem perante os clientes, mesmo os mais humildes. Um texto como esse certamente poria sob suspeita competência técnica do profissional, já que o respeito às convenções gramaticais mais conhecidas é esperado de alguém que tenha tido a oportunidade de cursar o ensino superior. Apesar da importância de buscar a adequação do discurso ao público, não se pode ignorar as convenções gramaticais, tentando aliar a simplicidade à correção.
4. Na primeira semana de vida do seu filho, a limpeza cuidadosa da região do umbigo é muito importante. A sujeira causa infecções graves, doenças que podem até matar o bebê.
5. a) O texto tem a função de informar.
b) Uma característica típica do texto informativo é a impessoalidade. Ou seja, não há a presença explícita do enunciador, apenas os fatos são contados, em 3ª pessoa, sem qualquer menção àquele que apurou as informações para depois relatá-las. Outro dado relevante é a neutralidade: o enunciador não dá pista de seu posicionamento e das suas emoções a respeito do episódio. Além disso, nota-se um esforço em favor da precisão das informações: o local, o horário, a identificação da vítima e as circunstâncias do evento são transmitidos com o máximo de exatidão.
6. a) O texto tem a função de expressar a subjetividade.
b) Uma característica típica do texto expressivo e a presença marcante do enunciador. O texto é escrito em 1ª pessoa, dando maior destaque às emoções do sujeito que aos fatos objetivos. Não existe neutralidade, ao contrário, o enunciador não esconde seu posicionamento e suas emoções a respeito do episódio, abrindo mão da precisão em favor da densidade emotiva.
7. a) O texto tem a função de influenciar.
b) Uma característica típica desse tipo de texto é a presença explícita do interlocutor, representado pelo pronome de tratamento "você". O enunciador claramente defende um posicionamento que o leitor é incitado a adotar, alterando suas crenças e seu comportamento a respeito do episódio. Para tanto, apela-se para todo tipo de estratégia argumentativa: as perguntas retóricas, a evocação de situações típicas do cotidiano do leitor, explorando os temores mais profundos e alguns dos valores mais caros ao pretenso auditório. Além disso, notam-se alguns verbos no imperativo, recurso comum aos textos desse gênero.
8. a) O texto é inusual principalmente porque dá muito destaque ao emissor, em detrimento das informações objetivas a respeito do clima.
b) Resposta pessoal. Exemplo: As fotos do satélite mostram que uma frente fria tomará todo o estado, provocando garoa e nebulosidade durante todo o dia. As nuvens não devem se dissipar nos próximos dois ou três dias.
9. Sim. Os dicionários priorizam a função metalingüística (trabalhando, ao mesmo tempo, a informativa); por isso se atêm aos sentidos denotativos das palavras e a expressões que definem o vocábulo em foco, evitando as marcas da subjetividade, constantes no uso conotativo. O texto da internet, na verdade, embora assuma um formato típico dos dicionários, não pretende destacar o sentido mais objetivo da expressão, mas sim uma visão bastante subjetiva e pessimista.
AULAS 19 E 20 – ATIVIDADE DE CRIAÇÃO
1.Sua intenção era ridicularizar o colega, demonstrando seu senso de humor para tentar causar uma impressão positiva para a garota que ambos cortejavam.
2. Foi o oposto do planejado. A garota ficou com uma impressão péssima dos dois, pois se orgulha de sua origem interiorana e despreza "os urbaninho" preconceituosos. O desempenho linguístico dos dois rapazes foi desastroso.
3. Os rapazes ignoraram principalmente a máxima da relação ou da relevância. Em vez de afirmar aquilo que seria fundamental para despertar a admiração da moça, assumiram um comportamento que a irritou. Ou seja, em vez de demonstrar respeito e interesse por ela e por suas origens, Betão fez um comentário absolutamente desnecessário que deixou transparecer uma postura preconceituosa contra a cultura caipira. Secundariamente, os rapazes também desobedeceram a máxima da qualidade: para tentar emendar o erro de ridicularizar os caipiras, passam a fazer afirmações guiadas pelo interesse, que não parecem ser verdadeiras: "Minha mãe também é do interior!", por exemplo.
4. Resposta pessoal. É importante que os rapazes do esquete se aproximem da garota revelando uma intenção sincera de conhecê-la melhor, e que demonstrem respeito e admiração. Ao mesmo tempo, o texto deve apresentar o produto de uma forma atraente para os diversos perfis de consumidor.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
VOCABULÁRIO
4. ESFACELAR: 1. CAUSAR ESFÁCELO A; GRANGRENAR // 2. ARRUINAR, DESTRUIR; ESTRAGAR. EX: NA ANARQUIA EM MOVIMENTO, NAÇÕES SE ESFACELAM PISOTEADAS POR MILHÕES DE REFUGIADOS DE DESASTRES SOCIAIS E ECOLÓGICOS. (MUNDO. ANO 17, Nº 1, p. 4-HC)
5. SUSPEIÇÃO [DO LATIM SUSPECTIONE] DESCONFIANÇA, DÚVIDA, SUSPEITA. EX: EM SEU LIVRO SOBRE CATÁSTROFE, CRIATIVIDADE E RENOVAÇÃO DA CIVILIZAÇÃO, THOMAS HOMER-DIXON SE MOSTRA COM ALTO GRAU DE PESSIMISMO, PRODUZIDO POR SUSPEIÇÕES USUAIS, COMO CRESCIMENTO DESORDENADO E EXCESSIVO DA POPULAÇÃO MUNDIAL, ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS (...). (MUNDO. ANO 17, Nº 1, p. 4-HC)
6. XENOFOBIA [DE XEN(O)- + FOBIA] AVERSÃO A PESSOAS E COISAS ESTRANGEIRAS. EX: NENHUM POVO DEVE ACEITAR SUBMISSÃO E NÃO SE TRATA DE XENOFOBIA OU UFANISMO, NINGUÉM AQUI DESEJA ALMEJA SER UM VALENTE UBIRAJARA E INVERTER HEGEMONIAS. (REDAÇÕES DO VESTIBULAR UNICAMP/2001. p. 77)
7. UFANISMO: OTIMISMO NACIONALISTA, PATRIOTISMO EXAGERADO. EX: (LIVRO) POR QUE ME UFANO DE MEU PAÍS. CONDE AFONSO CELSO
8. ALMEJAR: DESEJAR INTENSAMENTE. EX: ALMEJAVA UM FUTURO RADIANTE (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED. p. 125)
9. HEGEMONIA: 1. SUPREMACIA POLÍTICA DE UM ESTADO. EX: O IDEAL DE PAZ EXCLUI A HEGEMONIA DE UMA NAÇÃO SOBRE OUTRAS. (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED. p. 660) // 2. PREPONDERÂNCIA, SUPREMACIA, LIDERANÇA, SUPERIORIDADE. EX: O PAÍS DETÉM A HEGEMONIA NO CAMPO DOS BIOCOMBUSTÍVEIS. ((DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED. p. 660)
10. AUTÓCTONE [DO GREGO AUTÓCHTON, PELO LATIM AUTOCHTONE] 1. QUE É ORIGINÁRIO DA TERRA EM QUE SE ENCONTRA, SEM RESULTAR DE IMIGRAÇÃO OU IMPORTAÇÃO. EX: POVO AUTÓCTONE; CERÂMICA AUTÓCTONE // 2. ABORÍGINE, INDÍGENA, NATIVO.
5. SUSPEIÇÃO [DO LATIM SUSPECTIONE] DESCONFIANÇA, DÚVIDA, SUSPEITA. EX: EM SEU LIVRO SOBRE CATÁSTROFE, CRIATIVIDADE E RENOVAÇÃO DA CIVILIZAÇÃO, THOMAS HOMER-DIXON SE MOSTRA COM ALTO GRAU DE PESSIMISMO, PRODUZIDO POR SUSPEIÇÕES USUAIS, COMO CRESCIMENTO DESORDENADO E EXCESSIVO DA POPULAÇÃO MUNDIAL, ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS (...). (MUNDO. ANO 17, Nº 1, p. 4-HC)
6. XENOFOBIA [DE XEN(O)- + FOBIA] AVERSÃO A PESSOAS E COISAS ESTRANGEIRAS. EX: NENHUM POVO DEVE ACEITAR SUBMISSÃO E NÃO SE TRATA DE XENOFOBIA OU UFANISMO, NINGUÉM AQUI DESEJA ALMEJA SER UM VALENTE UBIRAJARA E INVERTER HEGEMONIAS. (REDAÇÕES DO VESTIBULAR UNICAMP/2001. p. 77)
7. UFANISMO: OTIMISMO NACIONALISTA, PATRIOTISMO EXAGERADO. EX: (LIVRO) POR QUE ME UFANO DE MEU PAÍS. CONDE AFONSO CELSO
8. ALMEJAR: DESEJAR INTENSAMENTE. EX: ALMEJAVA UM FUTURO RADIANTE (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED. p. 125)
9. HEGEMONIA: 1. SUPREMACIA POLÍTICA DE UM ESTADO. EX: O IDEAL DE PAZ EXCLUI A HEGEMONIA DE UMA NAÇÃO SOBRE OUTRAS. (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED. p. 660) // 2. PREPONDERÂNCIA, SUPREMACIA, LIDERANÇA, SUPERIORIDADE. EX: O PAÍS DETÉM A HEGEMONIA NO CAMPO DOS BIOCOMBUSTÍVEIS. ((DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED. p. 660)
10. AUTÓCTONE [DO GREGO AUTÓCHTON, PELO LATIM AUTOCHTONE] 1. QUE É ORIGINÁRIO DA TERRA EM QUE SE ENCONTRA, SEM RESULTAR DE IMIGRAÇÃO OU IMPORTAÇÃO. EX: POVO AUTÓCTONE; CERÂMICA AUTÓCTONE // 2. ABORÍGINE, INDÍGENA, NATIVO.
VOCABULÁRIO
1. RECRUDESCER [DO LATIM. RECRUDESCERE, 'VOLTAR A SER CRUEL']: 1. TORNAR-SE MAIS INTENSO; AUMENTAR; EXACERBAR-SE. EX: O INCÊNDIO, QUE PARECIA CONTROLADO, RECRUDESCEU. (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED., p. 1083) // 2. REAPARECER COM INTENSIDADE (SINTOMA OU MOLÉSTIA), APÓS UM INTERVALO DE APARENTE CURA; RECORRER; RECAIR. EX: A FEBRE RECRUDESCEU. (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED., p. 1083)
2. EMANAR [DO LATIM EMANARE]: PROVIR; PROCEDER; ORIGINAR-SE; MANAR; DIMANAR. EX: O DIAGNÓSTICO EMANA DE UM LÍDER HISTÓRICO DO PMDB. (MUNDO. ANO 17, Nº 1, p. 3)
3. PARADOXO [DO GREGO PARÁDOXON , PELO LATIM PARADOXON] 1. CONCEITO QUE É OU PARECE CONTRÁRIO AO COMUM; CONTRA-SENSO; ABSURDO; DISPARATE. EX: SEUS DISCURSOS CONTINHAM PARADOXOS. (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED., p. 948) // 2. CONTRADIÇÃO, PELO MENOS NA APARÊNCIA. EX: A OBSESSÃO DA VELOCIDADE E O CONGESTIONAMENTO SÃO UM DOS PARODOXOS DA MODERNIDADE. (DICIONÁRIO AURÉLIO. 2ª ED., p.1265)
2. EMANAR [DO LATIM EMANARE]: PROVIR; PROCEDER; ORIGINAR-SE; MANAR; DIMANAR. EX: O DIAGNÓSTICO EMANA DE UM LÍDER HISTÓRICO DO PMDB. (MUNDO. ANO 17, Nº 1, p. 3)
3. PARADOXO [DO GREGO PARÁDOXON , PELO LATIM PARADOXON] 1. CONCEITO QUE É OU PARECE CONTRÁRIO AO COMUM; CONTRA-SENSO; ABSURDO; DISPARATE. EX: SEUS DISCURSOS CONTINHAM PARADOXOS. (DICIONÁRIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA - ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. 2ª ED., p. 948) // 2. CONTRADIÇÃO, PELO MENOS NA APARÊNCIA. EX: A OBSESSÃO DA VELOCIDADE E O CONGESTIONAMENTO SÃO UM DOS PARODOXOS DA MODERNIDADE. (DICIONÁRIO AURÉLIO. 2ª ED., p.1265)
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
EXERCÍCIO DE REFORMULAÇÃO DE FRASES
As frases a seguir apresentam problemas de conteúdo e/ou forma de expressão. Identifique-os e reescreva-as de modo a eliminar esses problemas.
1) "Segundo Tostão na época da Copa, ele não pensava muito em assuntos políticos e também nem conversava sobre isso, pois a maioria dos jogadores eram alheios à situação política do país."
2) "Hoje Tostão percebe como a Copa ajudou a imagem da ditadura brasileira, ainda mais por ter seus próprios ideais políticos (contra a ditadura)."
3) "Quando ganharam a Copa ninguem percebeu o valor político que isso tinha, o que o encomoda muito."
4) "Tostão afirma que não havia conversas sobre o modo de que a vitória da Copa serviu para "encobrir" o governo Médici, principalmente após a saída de João Saldanha (ex-técnico da seleção brasileira)."
5) "Tostão estava muito focalizado no futebol, e achou que a política não tinha ligação com o esporte, mas quando ele foi recebido pelo Médici não se importou, pois o que importava eram as festas e as comemorações."
6) "Em uma entrevista com Eduardo Gonçalves de Andrade, o Tostão, jogador de futebol brasileiro, confessa que não haviam conversas entre ele e os jogadores, sobre a política do governo Médici, principalmente após a saída de Saldanha."
7) "Em uma entrevista consedida pela Cebrap, o ex-jogador de futebol Tostão; o maior questionamento foi entre a Copa de 70 e a política (regime militar) de Médici, onde a maioria dos componentes da seleção estavão alheios a situação principalmente na substituição de Saldanha por Zagalo, eles estavão preocupados em ganhar a Copa (...)"
8) "Na entrevista Tostão, o melhor jogador do Brasil nessa copa, a entrevista foi sobre a relação a ditadura militar e a copa de 70, no México."
9) "Tostão diz que os jogadores da seleção brasileira estavam preocupados com a ditadura, Porém todos estavam mais preocupados em vencer a copa."
10) "O atleta cita que no vestiário nunca houve comentário principalmente após a saída de Saldanha e diz também que Pelé também era alheio a essa situação."
11) "Saldanha, técnico da seleção que depois foi substituído por Zagalo, por problemas políticos e como os jogadores eram alheios à situação política."
12) "Criticou muito quando voltaram do México e foram recebidos pelo Médici em Brasília, se sentiu encomodado e tinha preocupação com seus colegas, entre eles o Pelé."
13) "Depois que Saldanha saiu, não haveram converças, pois os jogadores da seleção evitavam comentar sobre política em relação a Pelé, mesmo assumido que a copa era prioridade."
14) "Os jogadores da seleção estavam tornando-se alheios aquela situação do país e Tostão ainda diz que os amigos, e familiares mais intimos eram extremamente contra o regime que ocorria no país."
15) "Um dos maiores jogadores da Copa de 1993 Eduardo gonçalvez de Andrade, Tostão, foi entrevistado. Na época estava uma felicidade em um momento duro no país, o regime militar."
1) "Segundo Tostão na época da Copa, ele não pensava muito em assuntos políticos e também nem conversava sobre isso, pois a maioria dos jogadores eram alheios à situação política do país."
2) "Hoje Tostão percebe como a Copa ajudou a imagem da ditadura brasileira, ainda mais por ter seus próprios ideais políticos (contra a ditadura)."
3) "Quando ganharam a Copa ninguem percebeu o valor político que isso tinha, o que o encomoda muito."
4) "Tostão afirma que não havia conversas sobre o modo de que a vitória da Copa serviu para "encobrir" o governo Médici, principalmente após a saída de João Saldanha (ex-técnico da seleção brasileira)."
5) "Tostão estava muito focalizado no futebol, e achou que a política não tinha ligação com o esporte, mas quando ele foi recebido pelo Médici não se importou, pois o que importava eram as festas e as comemorações."
6) "Em uma entrevista com Eduardo Gonçalves de Andrade, o Tostão, jogador de futebol brasileiro, confessa que não haviam conversas entre ele e os jogadores, sobre a política do governo Médici, principalmente após a saída de Saldanha."
7) "Em uma entrevista consedida pela Cebrap, o ex-jogador de futebol Tostão; o maior questionamento foi entre a Copa de 70 e a política (regime militar) de Médici, onde a maioria dos componentes da seleção estavão alheios a situação principalmente na substituição de Saldanha por Zagalo, eles estavão preocupados em ganhar a Copa (...)"
8) "Na entrevista Tostão, o melhor jogador do Brasil nessa copa, a entrevista foi sobre a relação a ditadura militar e a copa de 70, no México."
9) "Tostão diz que os jogadores da seleção brasileira estavam preocupados com a ditadura, Porém todos estavam mais preocupados em vencer a copa."
10) "O atleta cita que no vestiário nunca houve comentário principalmente após a saída de Saldanha e diz também que Pelé também era alheio a essa situação."
11) "Saldanha, técnico da seleção que depois foi substituído por Zagalo, por problemas políticos e como os jogadores eram alheios à situação política."
12) "Criticou muito quando voltaram do México e foram recebidos pelo Médici em Brasília, se sentiu encomodado e tinha preocupação com seus colegas, entre eles o Pelé."
13) "Depois que Saldanha saiu, não haveram converças, pois os jogadores da seleção evitavam comentar sobre política em relação a Pelé, mesmo assumido que a copa era prioridade."
14) "Os jogadores da seleção estavam tornando-se alheios aquela situação do país e Tostão ainda diz que os amigos, e familiares mais intimos eram extremamente contra o regime que ocorria no país."
15) "Um dos maiores jogadores da Copa de 1993 Eduardo gonçalvez de Andrade, Tostão, foi entrevistado. Na época estava uma felicidade em um momento duro no país, o regime militar."
EXERCÍCIO DE COMPOSIÇÃO DE TEXTO SOBRE TEMA DA UFPR
Relacione as idéias de cada grupo de palavras em períodos e forme, com esses períodos, apenas um parágrafo. Observe, como exemplo, o relacionamento das idéias do 1º grupo de palavras.
1º) conquista da Copa de 70 - estratégia de propaganda do regime militar - proveito da euforia causada pela conquista do tricampeonato mundial - desvio da atenção do público dos abusos cometidos pelo regime
"A conquista da Copa de 1970 foi usada pela ditadura como uma estratégia de propaganda do regime, que tirou largo proveito da euforia causada pela conquista do tricampconato mundial para desviar a atenção do público dos abusos que cometia."
2º) concentração da maior parte dos atletas brasileiros, inclusive Pelé, em seu objetivo profissional - alheamento aos problemas políticos do país - desinteresse de refletir, naquele momento, sobre os problemas políticos do país
3º) declaração, hoje, de um desses atletas, Tostão - incômodo pela exploração política de que ele e os demais jogadores foram objeto
4º) alegria de ter ganho a Copa - arrependimento do atleta
1º) conquista da Copa de 70 - estratégia de propaganda do regime militar - proveito da euforia causada pela conquista do tricampeonato mundial - desvio da atenção do público dos abusos cometidos pelo regime
"A conquista da Copa de 1970 foi usada pela ditadura como uma estratégia de propaganda do regime, que tirou largo proveito da euforia causada pela conquista do tricampconato mundial para desviar a atenção do público dos abusos que cometia."
2º) concentração da maior parte dos atletas brasileiros, inclusive Pelé, em seu objetivo profissional - alheamento aos problemas políticos do país - desinteresse de refletir, naquele momento, sobre os problemas políticos do país
3º) declaração, hoje, de um desses atletas, Tostão - incômodo pela exploração política de que ele e os demais jogadores foram objeto
4º) alegria de ter ganho a Copa - arrependimento do atleta
domingo, 8 de fevereiro de 2009
SOBRE A CORREÇÃO DAS REDAÇÕES - TEMA DA UFPR
Parabénsssssssssssssssssssssssssssssssss!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! O conteúdo das redações está bem melhor.
Mas a forma de expressão de algumas redações ainda pode ser melhorada. Nas próximas aulas, as redações com algum problema serão escritas novamente. Só assim, vocês se tornarão imbatíveis em redação.
Abraços
Mas a forma de expressão de algumas redações ainda pode ser melhorada. Nas próximas aulas, as redações com algum problema serão escritas novamente. Só assim, vocês se tornarão imbatíveis em redação.
Abraços
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